Viúva e filhos do militante morto vivem sob ameaças e dificuldades, enquanto ex-colegas disputam recursos do partido.
É difícil acreditar que Elvino Dias perdeu a vida defendendo o PODEMOS, um partido que, no fim das contas, não valia a pena. Sua família – esposa e filhos – ainda hoje vive sob ameaças e perseguições, a ponto de ter sido forçada a abandonar sua casa por medo de represálias. Isso é revoltante e profundamente triste.
E por qual causa ele lutava? Um partido que parecia mais interessado nos recursos do Estado do que em apresentar uma verdadeira agenda política. Agora, os mesmos que se filiaram ao PODEMOS, como os Forquilhas e outros oportunistas, brigam entre si pelo poder e pelo dinheiro fácil, sem sequer lembrar da família daquele que morreu de forma brutal.
Ninguém pensa em separar parte de seus altos salários – cinco, dez mil meticais que sejam – para ajudar a viúva e os filhos do meu amigo, para que possam ao menos comprar itens básicos como sal e açúcar. Essa indiferença machuca demais!
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